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03 fevereiro 2011
27 janeiro 2011
24 janeiro 2011
OS SOLDADOS DENTRO DOS QUARTEIS - Jan/Fev 1971
20 janeiro 2011
19 janeiro 2011
20 Jan 1973 - Assassinato de Amílcar Cabral
(em "Jornal Operário Comunista" de Fevereiro de 1973)
(1) Operação militar, com invasão a um outro país independente, Guiné Conakry, comandada por Guilherme Alpoim Calvão, oficial do exército português.
07 janeiro 2011
O livro é um instrumento
06 janeiro 2011
23 dezembro 2010
16 dezembro 2010
15 dezembro 2010
LUAR-Liga de União e Acção Revolicionária - Partidarismo e o MFA, Agosto 1975
Minha observação; quem avisou amigo foi, mas nosso povo viveu 50 anos na ignorância e obscurantismo e não compreendeu, agora graça a corrupção, a ignorância política, o desconhecimento da história e tantas outras lacunas e desgraças sociais, num capitalismo nacional feroz sem escrúpulos de qualquer espécie.
04 dezembro 2010
Intemporal WikiLeaks
DECLARAÇÃO DE INDEPENDÊNCIA DO CIBERESPAÇO
Por Jonh Perry Barlow, barlow@eff.org
"Governos do Mundo Industrial, vocês gigantes aborrecidos de carne e aço, eu venho do espaço cibernético, o novo lar da Mente. Em nome do futuro, eu peço a vocês do passado, que nos deixem sozinhos. Vocês não são bem-vindos entre nós. Vocês não têm soberania onde nos reunimos.
Não temos governos eleitos, nem somos nós que iremos ter um, assim é por isso que eu me dirijo a vocês sem autoridade maior do que aquela com a qual a liberdade se fala sempre. Eu declaro que o espaço social global que estamos construindo, é para ser naturalmente independente das tiranias que vocês tentam impor-nos. Vocês não tem o direito moral de nos governar, nem vocês possuem métodos de coacção a que tenhamos uma razão real, para temer algo.
Os Governos derivam dos justos poderes do consentimento dos governados. Vocês não solicitaram ou receberam os nossos. Nós não vos convidamos. Vocês não nos conhecem, nem sabem o que é nosso mundo. O espaço cibernético não se limita às suas fronteiras. Não pensem que vocês que o podem construir, como se fosse um projecto de construção pública. Vocês não podem. É um acto da natureza e cresce por si próprio através das nossas acções colectivas.
Vocês não se engajaram em nossa grande conversa e reunião, nem de criar a riqueza dos nossos mercados. Vocês não conhecem nossa cultura, nossa ética, ou códigos falados que já proveram nossa sociedade com mais ordem do que poderia ser obtida por qualquer das vossas imposições.
Vocês alegam que existem problemas entre nós que precisamos resolver. Usam essa alegação como uma desculpa para invadir nossos “distritos”. Muitos desses problemas não existem. Onde existirem conflitos reais, onde existirem erros, iremos identificá-los e resolvê-los por nossos próprios meios. Estamos formando nosso próprio Contrato Social. Essa maneira de governar surgirá de acordo com as condições do nosso mundo, não do vosso.
Nosso mundo é diferente.
O espaço cibernético consiste de transações, relacionamentos, e do pensamento, como uma onda parada na rede das nossas comunicações. O nosso mundo é um mundo que está em todos os lugares e em lugar nenhum, mas não é onde as pessoas vivem.
Estamos criando um mundo em que todos poderão entrar sem privilégios ou preconceitos de raça, poder económico, força militar ou lugar de nascimento.
Estamos criando um mundo onde qualquer pessoa, pode expressar suas crenças, não importando quão singular sejam, sem medo de ser coagido ao silêncio ou conformidade.
Vossos conceitos legais sobre propriedade, expressão, identidade, movimento e contexto não se aplicam a nós. Estes, são baseados na matéria, e não há nenhuma matéria aqui.
Nossas identidades não possuem corpos, então, ao contrário de vocês, não podemos obter ordem por meio da coerção física.
Vossos conceitos legais sobre propriedade, expressão, identidade, movimento e contexto não se aplicam a nós. Estes, são baseados na matéria, e não há nenhuma matéria aqui.
Nossas identidades não possuem corpos, então, ao contrário de vocês, não podemos obter ordem por meio da coerção física.
Acreditamos que a partir da ética, compreensivelmente o interesse próprio, e da comunidade, nossa maneira de governar surgirá. Nossas identidades poderão ser distribuídas através de muitas de suas jurisdições. A única lei que todas as nossas culturas constituídas irão reconhecer é uma Regra de Ouro. Esperamos ser capazes de construir nossas próprias soluções sobre este fundamento. Mas não podemos aceitar as soluções que vocês estão tentando impor-nos.
Nos Estados Unidos, vocês estão criando uma nova lei, a Reforma das Telecomunicações, que repudia a sua própria Constituição e insulta os sonhos de Jefferson, Washington, Mill, Madison, deTocqueville and Brandeis. Esses sonhos precisam de renascer agora de novo entre nós.
Vocês estão apavorados com as vossas próprias crianças, já que elas nasceram num mundo onde vocês serão sempre imigrantes. Porque têm medo delas, vocês incumbem as burocracias de responsabilidades paternais, já que são covardes demais para se confrontarem consigo mesmos. Em nosso mundo, todos os sentimentos e expressões de humanidade, desde os mais humilhantes até aos mais angelicais, são partes de um todo, sem censura, ou seja a conversa global de bits.
Na China, Alemanha, França, Rússia, Singapura, Itália e Estados Unidos, também estão tentando repelir o vírus da liberdade, erguendo postos de guarda nas fronteiras do espaço cibernético. Isso pode manter afastado o contágio por um pequeno tempo, mas eles não vão conseguir trabalhar num mundo em que brevemente será coberto pela mídia baseada em bits.
A indústria da informação cada vez mais obsoleta não poderá perpetuar por meio de proposições das leis na América e noutros países, como afirma no seu discurso pelo mundo. Essas leis iriam propagar ideias para ser mais um produto industrial, não mais nobre do que o ferro-gusa. No nosso mundo, qualquer que seja a mente humana pode criar pode ser reproduzido e distribuído infinitamente sem nenhum custo.
O transporte global do pensamento não exige mais de fábricas para se consumar.
Essas medidas cada vez mais coloniais e hostis os colocam na mesma posição daqueles antigos amantes da liberdade e auto-determinação que tiveram de rejeitar a autoridade dos poderes distantes e desinformados.
Essas medidas cada vez mais coloniais e hostis os colocam na mesma posição daqueles antigos amantes da liberdade e auto-determinação que tiveram de rejeitar a autoridade dos poderes distantes e desinformados.
Precisamos nos declarar virtualmente imunes de sua soberania, mesmo se continuarmos a consentir suas regras sobre nossos corpos. Vamos espalharmo-nos por todo o planeta, para que ninguém consiga aprisionar nossos pensamentos.
Criaremos a Civilização da Mente no espaço cibernético.
Para que ela seja mais humana e justa do que o mundo que vocês governantes criaram até agora.
Davos, Suíça
08 de fevereiro de 1996"
13 novembro 2010
Heróis diferentes
Todo os epítetos foram atribuídos a quem se recusava a “assentar praça”, a engrossar os “contigentes militares” embarcados para as colónias portuguesas, ou em pleno “teatro de guerra” desertava, entregando-se aos movimentos de libertação.
Foram-no, e ainda são em muitos casos por quem não compreende o que foi a guerra colonial, as suas causas históricas, económicas e políticas, rotulados de desertores, refractários, traidores, covardes, comunistas, traidores da pátria.
Porém, contudo, punham a sua liberdade em risco caso fossem detidos pelas autoridades, de um modo especial pela Pide-Dgs, e simultaneamente também suas famílias ficavam sujeitas às pressões da mesma policia política. Eram estas as consequências, na melhore das hipóteses, quando a fuga derivava somente para não afectar o sustento da família, indo a salto para outro país trabalhar.
Em 1970/71, começa em Portugal a organização dos militares desertores e que eram anti-guerra colonial, em consequência do desenvolvimento das lutas nos interior dos quartéis, um pouco por todo o país quando simultaneamente a posição colonial portuguesa era criticada internacionalmente.
Foram tão heróis como todos os outros que engrossaram as fileiras do exército, que não conseguiam ter capacidade de reagir ao sistema e submetidos ao medo imposto pelo fascismo com os seus tentáculos policiais, militares e económicos.
Não estando aqui incluidos os reaccionários, militaristas, mercenários e outros com manias bélicas.
Não estando aqui incluidos os reaccionários, militaristas, mercenários e outros com manias bélicas.
Heróis também porque se recusaram, correndo todos os riscos, a combater povos que estavam lutando pela sua independência depois de séculos de subjugação.
Esta publicação é de Abril de 1971 do "Comité de apoio aos desertores portugueses" com sede em França. Sua destribuição foi feita nas principais unidades militares, mobilizadoras de contigentes para àfrica.
Destribuida tambem entre núcleos politizados de jovens trabalhadores.
09 novembro 2010
Soldados mortos na Guiné - 7 de Abril 1974
Conforme o comunicado do Serviço de Informação Pública das Forças Armadas, morreram em combate na Guiné os militares madeirenses:
João Francisco Gonçalves Branco,
Armindo Ferreira Lima,
José Avelino de Abreu.
De um modo geral os soldados provenientes da Madeira e Açores, tinham as especialidades de Atiradores e/ou Sapadores, homens que detectam diversos tipos de minas.
06 novembro 2010
Leiria - Emigração 1961/68
03 novembro 2010
Imprensa pós-25 Abril
Continuava a necessidade de preservar o "bom nome" do colonialismo e seus defensores, apesar do 25 de Abril.
30 outubro 2010
Exploração capitalista, o que é ?
29 outubro 2010
Cooperativismo, pedra na engrenagem do sistema
Era grande o esforço e a coragem de jovens trabalhadores e estudantes, que nas colectividades, cooperativas, nos clubes de bairro, tentavam desenvolver uma actividade cultural de divulgação.
Remando contra as correntes 'Deus Pátria Autoridade', ou 'Fátima Fado Futebol' procuravam no minimo mostrar outros aspectos da vida em uma sociedade mais justa.
Cooperativa dos trabalhadores da Foz do Douro 1969/70
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