15 novembro 2010
Ei-los que partem, uns voltaram outros não
Da Net, com a devida vénia.
Locais: Gare de Alcântara - Lisboa e Guiné Bissau
14 novembro 2010
Cantares revolucionários de intervenção
Embora com data de 72, em 1969/70 estes sons já circulavam clandestinamente gravados em bobines de gravação.
13 novembro 2010
Heróis diferentes
Todo os epítetos foram atribuídos a quem se recusava a “assentar praça”, a engrossar os “contigentes militares” embarcados para as colónias portuguesas, ou em pleno “teatro de guerra” desertava, entregando-se aos movimentos de libertação.
Foram-no, e ainda são em muitos casos por quem não compreende o que foi a guerra colonial, as suas causas históricas, económicas e políticas, rotulados de desertores, refractários, traidores, covardes, comunistas, traidores da pátria.
Porém, contudo, punham a sua liberdade em risco caso fossem detidos pelas autoridades, de um modo especial pela Pide-Dgs, e simultaneamente também suas famílias ficavam sujeitas às pressões da mesma policia política. Eram estas as consequências, na melhore das hipóteses, quando a fuga derivava somente para não afectar o sustento da família, indo a salto para outro país trabalhar.
Em 1970/71, começa em Portugal a organização dos militares desertores e que eram anti-guerra colonial, em consequência do desenvolvimento das lutas nos interior dos quartéis, um pouco por todo o país quando simultaneamente a posição colonial portuguesa era criticada internacionalmente.
Foram tão heróis como todos os outros que engrossaram as fileiras do exército, que não conseguiam ter capacidade de reagir ao sistema e submetidos ao medo imposto pelo fascismo com os seus tentáculos policiais, militares e económicos.
Não estando aqui incluidos os reaccionários, militaristas, mercenários e outros com manias bélicas.
Não estando aqui incluidos os reaccionários, militaristas, mercenários e outros com manias bélicas.
Heróis também porque se recusaram, correndo todos os riscos, a combater povos que estavam lutando pela sua independência depois de séculos de subjugação.
Esta publicação é de Abril de 1971 do "Comité de apoio aos desertores portugueses" com sede em França. Sua destribuição foi feita nas principais unidades militares, mobilizadoras de contigentes para àfrica.
Destribuida tambem entre núcleos politizados de jovens trabalhadores.
12 novembro 2010
09 novembro 2010
A Ocidente nada de novo
Em Abril de 1974, a Amnistia Internacional apela para a NATO no sentido de pôr termo ao treino dos seus militares em métodos de tortura.
Segundo aquela organização, a Turquia, os E.U.A, a Grã-Bretanha, a Bélgica, a Alemanha Ocidental e a Holanda são, entre outros, alguns dos países em que os soldados da NATO são treinados em técnicas de tortura.
Segundo aquela organização, a Turquia, os E.U.A, a Grã-Bretanha, a Bélgica, a Alemanha Ocidental e a Holanda são, entre outros, alguns dos países em que os soldados da NATO são treinados em técnicas de tortura.
Soldados mortos na Guiné - 7 de Abril 1974
Conforme o comunicado do Serviço de Informação Pública das Forças Armadas, morreram em combate na Guiné os militares madeirenses:
João Francisco Gonçalves Branco,
Armindo Ferreira Lima,
José Avelino de Abreu.
De um modo geral os soldados provenientes da Madeira e Açores, tinham as especialidades de Atiradores e/ou Sapadores, homens que detectam diversos tipos de minas.
Audiências - 17 Abril 1974
Escrevia o "Comércio do Funchal" sob aquele título e naquela data:
"De entre as individualidades recebidas, em audiência, na última semana pelo Chefe de Estado no Palácio Nacional de Belém, salientamos:
Dia 3 - Contra-Almirante Henrique Tenrreiro e Dr. César Moreira Baptista, ministro do Interior.
Dia 4 - Ministro do Exército, General Andrade e Silva.
Dia 5 - Ministro da Defesa Nacional, prof. Silva Cunha e Prof. Marcelo Caetano.
Dia 8 - General Mário Silva, comandante-geral da Guarda Fiscal"
A insegurança instalava-se e o sistema tremia.
"De entre as individualidades recebidas, em audiência, na última semana pelo Chefe de Estado no Palácio Nacional de Belém, salientamos:
Dia 3 - Contra-Almirante Henrique Tenrreiro e Dr. César Moreira Baptista, ministro do Interior.
Dia 4 - Ministro do Exército, General Andrade e Silva.
Dia 5 - Ministro da Defesa Nacional, prof. Silva Cunha e Prof. Marcelo Caetano.
Dia 8 - General Mário Silva, comandante-geral da Guarda Fiscal"
A insegurança instalava-se e o sistema tremia.
08 novembro 2010
Quadros Milicianos para a guerra
07 novembro 2010
A preguiça é um LUXO
A preguiça é agora o nosso LUXO.
Como dizia o Paul Lafargue, que era casado com a filha do Karl Marx, o homem não foi concebido para trabalhar.
Num livrinho que comprei nos bons tempos do PREC, da "Teorema" e que tinha por título "O direito à preguiça"
É fantástico como em pleno século XXI as ideias estão actuais. Vem mesmo a propósito no dia da visita do representante máximo do Império da Exploração sem limites, a convite de um aprendiz de imperador, que já devia estar em casa com as pantufas calçadas!
Num livrinho que comprei nos bons tempos do PREC, da "Teorema" e que tinha por título "O direito à preguiça"
É fantástico como em pleno século XXI as ideias estão actuais. Vem mesmo a propósito no dia da visita do representante máximo do Império da Exploração sem limites, a convite de um aprendiz de imperador, que já devia estar em casa com as pantufas calçadas!
(Enviado por um leitor do blogue)
06 novembro 2010
Um Marinheiro
que gostaria de conhecer e ter sido seu camarada.
Meu Avô, Deodato Soares de Azevedo.
Meu Avô, Deodato Soares de Azevedo.
Foto superior, o marinheiro à esquerda.
Deodato Soares de Azevedo, morreu sob bandeira Inglesa, na segunda G. Guerra, em um navio afundado por submarinos alemães. Esse navio fazia parte de um comboio de reabastecimento. Vêr aqui narração documentada do acontecimento por outro homem do mar e estudioso da vida maritíma, o Sr. Rui Amaro.
Este pergaminho comemora.
D. S. de Azevedo, Marinheiro da Marinha Mercante
honrado por ter servido o Rei e a Pátria na
guerra mundial de 1939 - 1945 para salvar
a humanidade de tirania. Que seu sacrificio
ajude a trazer a paz e a liberdade por aquilo
que ele morreu.
Leiria - Emigração 1961/68
05 novembro 2010
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